o início da jornada

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No dia 7, muito cedo de manhã, partimos em direção ao terminal Jabaquara para tomar um ônibus até Praia Grande. De lá pedalamos até Itariri, cidade no início do vale do ribeira. Nossa chegada foi cansativa, depois de 3 horas de chuva intensa, um acostamento que por vezes se confundia com um rio e os caminhões que passavam a milhão jogando água e vento em nossa cara.
Resolvemos parar numa barraca de frutas no meio da estrada e acabamos conhecendo dona Elza (66 anos), uma senhora que é moradora de Itariri há 39 anos, nos contou que aquela estrada era bem perigosa, sua filha morreu num acidente há 20 anos lá mesmo.

No dia 8, saímos de Itariri em direção a Pariquera-Açu. Um trecho na estrada da Banana, para em seguida seguir o caminho pela Rodovia Régis Bitencourt. Em Pariquera, uma pequena cidade no caminho de Cananéia não encontramos lugar para dormir, então acabamos ficando hospedados na sede do destacamento (base) da PM, com direito a ducha quente e cafezinho de manhã. Quem diria…

O terceiro dia, já estávamos num ritmo mais tranquilo. As grandes estradas movimentadas estavam longe e pedalamos pelas ilhas do Cardoso, passando pelo povoamento de Marujá, seguimos até o pontal, onde atravessamos para a ilha do Superagui. Para terminar o dia chegamos na aldeia de pescadores da Ilha das Peças, uma aldeia que durante a “alta temporada” se dedica ao turismo para durante o ano ficar em sua atividade tradicional, a pesca.
Foram 3 travessias de barco, sendo a primeira de Cananéia – Marujá a mais cara (40 reais por pessoa), depois Pontal – Ilha do Superagui ( 10 reais por pessoa), Superagui – Ilha das Peças (10 reais) e

Para os que forem pedalar por estas bandas, fica a dica de tomar cuidado com o horário dos barcos. Tivemos de dormir na Ilha da Peças, pois o último barco era somente às 17 horas e chegamos depois das 18h30, o próximo barco seria só no dia seguinte no mesmo horário.

No quarto dia, acordar mais tarde, lavar as roupas, limpar as bicicletas e apreciar o horizonte –
e finalmente (barco) Ilhas das Peças – Paranaguá (10 reais).

– Publicaremos mais fotos da viagem em dois albuns, no Flicker e no Picasa:
http://picasaweb.google.com/pedalfsm/CicloviagemSaoPauloPortoAlegre

http://www.flickr.com/photos/pedalfsm2010/

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4 Respostas to “o início da jornada”

  1. Marciele Brum Says:

    Oi,

    Sou repórter do jornal Zero Hora e gostaria de conversar com vocês sobre a viagem até Porto Alegre para o Fórum Social Mundial.
    Qual é o celular de vocês?

    Meu telefone:
    (51) 3218-4394

    Obrigada, Marciele Brum

  2. Rodrigo Sampaio Primo Says:

    Muito bom ler notícias da viagem de vocês diretamente de Santiago. Continuem publicando! Abraços, Rodrigo.

  3. Isabela Says:

    Pessoal, como posso fazer para marcar uma entrevista com vocês? Sou repórter da Radiobrás e vamos fazer a cobertura do Fórum Social. Obrigada!

  4. zeca baronio Says:

    Olá pessoal! Eu sou de São Leopoldo/RS, cidade que também sediará o FSM e que fica ao lado de Novo Hamburgo, que abrigará o Acampamento Intercontinental da Juventude.

    Se quiserem fazer um tour de bike pelas cidades do FSM, me proponho a ser seu guia! 😉

    O local onde ficará o acampamento é numa zona rural, muito bonita.

    Qualquer coisa, só me escrever pro e-mail que tá publicado esse comentário.

    Abraço!

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